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Quenianos querem nova dobradinha em Santos no 34º 10 KM Tribuna FM-Unilus

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Autor: FMA Notícias




Quenianos querem nova dobradinha em Santos no 34º 10 KM Tribuna FM-Unilus

Presentes no lugar mais alto do pódio nos últimos 12 anos, os quenianos querem reeditar uma nova dobradinha no 34º 10 KM Tribuna FM-Unilus. A segunda maior corrida de rua do País está confirmada para o próximo domingo (19), em Santos, com 20 mil inscritos, atingindo o limite das vagas. Entre os favoritos, Nicolas Kiptoo Kosgei, que chega como o atual campeão da Volta da Pampulha e da Maratona de Curitiba, e Esther Chesang Kakuri, quarta na última São Silvestre, vitoriosa no XXII Troféu Cidade de São Paulo em janeiro e vice em Santos em 2016.

Até hoje foram quatro dobradinhas de atletas do Quênia, a última em 2015. Os dois correm credenciados para tentar a nova façanha, mas terão pela frente outros africanos: Mejam Reginald Lucian, da Tânzania, Sendek Alelgn Amogne, da Etiópia e Philip Kiptoo, de Uganda. Os dois atletas do Quênia são treinados no Brasil pelo experiente Luiz Antonio dos Santos, que já venceu os 10 KM Tribuna FM-Unilus em 1994 e hoje comanda a equipe Luasa e sempre traz atletas da África.

No total, os quenianos já venceram em Santos 19 vezes, dez no feminino. A primeira participação do Quênia em Santos foi em 2000, com Willian Mysyoke, com o sexto lugar. Em 2001, Leah Kiprono “inaugurou” a sequência de títulos. De lá para lá, em outras 17 edições, somente em três anos, os atletas daquele país não estiveram entre os vencedores nos 10 KM Tribuna FM-Unilus, sendo que de 2007 até o ano passado, pelo menos um atleta do país foi o campeão.

Se somar os atletas do Continente Africano, esse domínio é ampliado para nada menos que 24 vitórias, uma delas com Maxwell Kortek Rotich, de Uganda, no ano passado, estabelecendo o novo recorde, em incríveis 27 minutos e 22 segundos para ratificar a fama da prova ser a mais rápida do País na distância. Já entre as mulheres, a melhor marca é queniana, com Paskalia Chepkorir Kipkoech, em 2012, com 30min57s.

Na história da corrida santista, três atletas africanos chegaram ao tricampeonato. O primeiro deles, o angolano João Ntyamba, que “puxou a fila” daquele continente com a sequência em 2000, 2001 e 2002. Depois, as quenianas Eunice Kirwa, em 2009, 2010 e 2011, e Nancy Kipron, em 2013, 2014 e 2015.

LARGADAS E KITS - Com um percurso totalmente plano, ao nível do mar, em vias largas e grandes retas, a prova terá início na Rua João Pessoa, no Centro, e linha de chegada na avenida Vicente de Carvalho, junto à Praça das Bandeiras, na Praia do Gonzaga, com os dois últimos quilômetros tendo a orla como cenário. A primeira largada será às 7h50, com cadeirantes competidores, cadeirantes com um condutor, deficientes físicos e visuais e o Pelotão da Igualdade.

A elite A feminina começa a correr às 7h58, enquanto que a elite A masculina, a elite B (homens e mulheres) e o Pelotão Premium, às 8h13. Dois minutos depois é a vez do primeiro pelotão amador. Na sequência, às 8h35, o segundo pelotão dos amadores, e fechando, 8h55, o terceiro pelotão de amadores, cadeirante com um ou múltiplos condutores e os caminhantes.

A entrega dos kits será feita de quinta-feira a sábado, na Academia Unilus, à rua 28 de setembro, 233, no bairro Macuco, em Santos, sendo que nos dois primeiros dias das 12 às 21h, e na véspera, das 12 às 21h. No local, os participantes também poderão doar tênis usados que serão destinados ao Fundo Social de Solidariedade de Santos para entrega a pessoas necessitadas.


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