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Jornal Socialismo Libertário O Socialismo Libertário (ex-Pétala Negra) é feito e mantido pela OSL com o apoio de grupos do FAO-Brasil, tem periodicidade bimestral, conta com 8 páginas no formato tablóide e uma tiragem de 4 mil exemplares. Cada exemplar custa R$0,50 em mãos e R$2,00 pelo correio. O pacote de apoio com 50 jornais custa R$17 (em mãos) ou R$30 (pelo correio); Com 25 jornais sai R$20; E com 10 sai R$15. A assinatura anual que dá direito a 6 edições é de R$12,00; para 6 edições de pacotes de 10 o custo é de R$60. Com o apoio de grupos integrantes do FAO-Brasil, temos planos para em breve expandir seu conteúdo regional, seu espaço físico (tornando-se germânico e aumentando o número de páginas) e sua tiragem. Também contamos com o apoio de você ou de seu grupo para continuarmos e se possível avançarmos com esse jornal. Seja nosso cúmplice nessa empreitada, não deixe morrer o único, atualmente, jornal anarquista do Brasil. Adquira um pacote entrando em contato pelo e-mail: osl_saopaulo@yahoo.com.br ou pela Caixa Postal 99 – Santos-SP – 11010-010. Veja abaixo um pouco da história do jornal:
Após muito planejamento, a Rede Libertária da Baixada Santista (RLBS) consegue no meio de 2003 lançar o primeiro número do jornal PN, já com 4 mil exemplares, se tornando o principal meio de comunicação do grupo com a população e com o próprio movimento anarquista brasileiro. Nesse jornal de estréia, o PN publica a Carta de Princípios da RLBS; Denuncia o nepotismo dos vereadores do Guarujá (SP) e o alto preço/má qualidade dos ônibus; Reflete sobre a paz e a democracia capitalista; Resgata nossa história na chegada do homem branco e a primeira parte do texto sobre o movimento operário em Santos; E Poesias. |
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O PN #1 anunciou ser trimestral, mas esse segundo número saiu em apenas 2 meses e já anunciando ser bimestral. Nele encontramos logo na capa uma cobrança à Lula, que prometeu em época de campanha eleitoral a legalização da moradia em Conceiçãozinha (bairro ocupado no Guarujá/SP), e uma análise de seu primeiro ano de governo; Discute sobre organização no meio anarquista, pedagogia libertária (mostrando a história do cursinho pré-vestibular da Vila Fátima, bairro periférico de São Vicente/SP); Uma singela homenagem à Roberto Marinho; A segunda parte do texto “Memória dos trabalhadores de Santos”; Mais Poesias e Humor Negro. |
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Sempre com muita precaução, a RLBS só aumentou o número de páginas no terceiro número: de 4 páginas tablóide para 8 também tablóides, sendo que as duas centrais ficaram sob responsabilidade do Coletivo LER (Liga de Educação e Resistência). Contando também com militantes da RLBS, o LER tinha como principais atividades o cursinho pré-vestibular, curso de alfabetização de jovens e adultos e cursos de línguas estrangeiras, tudo na comunidade da Vila Fátima. Nessas 8 páginas fizemos uma denúncia às mineradoras que prejudicavam os índios de Itanhaém; A análise da Alca, transgênicos, Historicismo e Historicidas; Dicas de sites anarquistas; Relato do nascimento do Coletivo LER e do Centro Acadêmico 11 Setembro; Considerações de uma professora iniciante; A segunda parte da “História do Cursinho Pré-Vestibular”; Uma pequena contribuição ao FAO; Notas internacionais; A terceira e ultima parte da “Memória dos Trabalhadores de Santos”. |
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No começo de 2004 publicamos a declaração final do II FAO; Denunciamos o crescimento de favelas na região e a "pilantropia" da Unisantos; Analisamos a situação do lixão de Praia Grande e as falsas cooperativas; Resgatamos a participação das mulheres no teatro operário de Santos; E mais poesias, resenhas, notas internacionais e dicas de espaços libertários. |
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Após perder o espaço onde exercia seu trabalho, o Coletivo LER se desintegrou. Com isso, todas as 8 páginas do Pétala Negra voltaram a ser de total responsabilidade da RLBS. Nesse número a RLBS divulga o novo Comitê Contra a Alca da Baixada Santista; Analisa as eleições municipais, as ocupações na Zona Noroeste, a educação na FEBEM e o sindicalismo em Santos; Publica "Lixão de Praia Grande (parte II)"; Discute sobre a propaganda e militância social; Sempre intercalado com poesias, resenhas, Humor Negro etc. |
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No #6 denunciamos as péssimas condições na área da saúde que levou funcionários estaduais à greve e o espancamento de um trabalhador em sessão do descarrego da Igreja Universal; Analisamos o A20, Maio de 68, 1o de Maio e a importância das palestras nas escolas; O Coletivo LER explica como perdeu seu espaço; Mais poesias, resenhas, Humor Negro, informes sobre o FAO e a campanha Anti-Alca; |
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Este PN, por motivos financeiros, saiu com um mês de atraso. Nele publicamos a declaração do FAO estadual (SP); Denunciamos a Globo, o jornal local A TRIBUNA, a Reforma Sindical, o altíssimo custo de vida na região e as péssimas condições no bairro Vila Gilda. Mais informes, Humor Negro e resenhas. |
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Um longo período separou o PN7 do PN8. Um dos motivos para isso foi o duro trabalho na estruturação interna do FAO-SP, mas o motivo principal foi sem dúvida a falta de dinheiro para destinar à publicação. A partir desse número a RLBS contou com o apoio do FAO-SP para a confecção do jornal e o boletim Combate Anarquista, que era editado mensalmente pelo Luta Libertária, passa a ser uma coluna fixa no PN para discutir questões referentes ao movimento anarquista ou fazer uma análise conjuntural sob uma ótica anarquista. Este primeiro Combate Anarquista dentro do PN discute a eleição para as prefeituras. O jornal homenageia Anita e Carlo Aldegheri; Mostra a luta contra o aumento das mensalidades na Unisantos, a tentativa de golpe no processo eleitoral do Sindicato dos Metalúrgicos, a nefasta Reforma Universitária proposta pelo governo, as condições precárias em que vivem as presas da cadeia de Arujá (SP), o desastre dos Centros Educacionais Unificados criados pela Marta Suplicy e mais informes sobre os Comitês Anti-Alca, o movimento estudantil e o Alto do Tietê (SP), Humor Negro, Resenhas e Poesias; |
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Mais uma vez o jornal teve uma longa demora em sair e mais uma vez os motivos foram os mesmos: o trabalho de se organizar internamente enquanto FAO-SP e a falta de grana. Nesse número, que acabou de sair, o jornal deixa de ser somente da RLBS e passa a ser de inteira responsabilidade do FAO-SP. Um grande passo para avançar a unificação desses grupos e indivíduos que formam o FAO-SP, e um grande passo também para o jornal que deixa de ter suas matérias regionais somente da Baixada Santista e passa a cobrir todo o estado de São Paulo. Voltam a ser temas do PN: o péssimo transporte público na BS, outra tentativa de golpe nos Metalúrgicos de Santos, a CUT, o PT e o 1º de Maio; Analisamos as eleições no sindicato dos professores do estado de SP (Apeoesp) e o 3° Encontro Latino Americano de Organizações Populares Autônomas (ELAOPA); Discutimos sobre Sindicalismo Revolucionário e Anarco-Sindicalismo; E apresentamos a Associação dos Cortiços do Centro de Santos (SP). |
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Já consolidado como jornal do FAO-SP, o Pétala Negra agora conta com apoio de grupos do FAO-Brasil, são eles: Coletivo Pró Organização Anarquista em Goiás (GO), Pró Vermelho e Negro (BA), Federação Anarquista Gaúcha (RS) e Coletivo Anarquista Zumbi dos Palmares (AL). Matérias regionais, não mais somente do estado de São Paulo, como: Ambulantes que foram impedidos de trabalhar em Goiânia, ... |
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Aproveitamos o momento de fundação de nossa organização para mudar o nome do nosso jornal. A partir desse número o jornal Pétala Negra passa a se chamar “Socialismo Libertário”. Também é um momento propício pelo fato do jornal estar passando por uma transformação, tendo cada vez mais espaços cobertos pelo FAO-Brasil, o que abrange mais seu conteúdo e distribuição nacionalmente. Escolhemos esse nome por ser o que melhor sintetiza nossos pensamentos, nossa identidade e nossa luta. Essa mudança é o reflexo do amadurecimento das discuções dos grupos de São Paulo que acabaram culminou na formação da OSL. Nesse número contamos com mátérias sobre o PT, racismo, MPL de Goiânia, as PPP's, a máfia do lixo em Porto Alegre, a primeira parte sobre os 70 anos de revolução espanhola e avaliação estudantil e dos professores das lutas levadas em 2005 no estado de São Paulo. |
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Apesar de no cabeçalho do jornal estar escrito Março, esse jornal é de agosto. Nesse número temos como texto de capa uma análise às ONG’s do Brasil e no miolo contamos com textos sobre a via eleitoral na esquerda latino-americana; as origens do 1o de Maio e do 13 de Maio; entrevista com a FAG (Federação Anarquista Gaúcha); A luta por moradia em Goiânia; A segunda parte do especial de 70 anos de Revolução Espanhola; E muito mais. |
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Por um erro de nosso diagramador em conjunto com a gráfica, esse número saiu em um formato bem menor do que o tamanho normal (germânico). Apesar disso, não ficou nenhum texto de fora e a leitura continua agradável. Nessa edição especial (pelo menos de tamanho) analisamos a eleição nacional e alagoana, a luta dos trabalhadores da Volks (contra as demições) e do Metrô (contra o aumento das passagens) em SP, a Reforma Universitária, a rearticulação do Movimento Estudantil, as Cotas, o PCC, os 50 anos de FAU e muito mais. |